Museu Bajubá se dedica a difundir os territórios da população LGBTI+

Exposição inaugural presta homenagem a João do Rio, cronista racializado e homossexual que foi pioneiro na imprensa brasileira do início do século XX

A quem interessa uma nação sem memória? Como o Brasil se tornou o país onde mais se matam pessoas LGBTI+? Ter clareza sobre o passado é uma forma de compreender o local em que vivemos. Como ferramenta desse processo, surge o Museu Bajubá, um espaço que tem como missão atuar na preservação da memória e do patrimônio histórico e cultural da população LGBTI+. Todo o acervo está disponível online e gratuitamente para consulta no endereço museubajuba.org

Com o intuito de minimizar apagamentos das vivências LGBTI+ promovidos ao longo de décadas, o Museu Bajubá se dedica a reunir, organizar e difundir conteúdo documental, socioeconômico e cultural de toda a diversidade sexual e de gênero que envolve pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo, entre outras. 

O Museu Bajubá é uma iniciativa da historiadora e pesquisadora Rita Colaço, especialista em memória LGBTI+ e doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). São cofundadores os pesquisadores Luiz Morando e Remom Matheus Bortolozzi, também especializados em memória LGBTI+ brasileira.

Museu Bajubá

Exposição: “Cintilando e causando frisson – 140 anos de João do Rio”

até 26 de novembro

online e gratuita

museubajuba.org

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