O show dos músicos mineiros será realizado no BeFly Hall no dia 20 de setembro
Após uma turnê memorável pelo Brasil e com passagem pela Europa, marcada por shows lotados e uma recepção calorosa do público, a Lagum está percorrendo os palcos brasileiros com sua nova turnê, que apresenta as músicas do quinto álbum de estúdio do grupo: “As Cores, As Curvas e as Dores do Mundo“. Belo Horizonte, cidade natal dos músicos, vai receber a nova turnê no dia 20 de setembro, sábado, no BeFly Hall (Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, São Pedro).
Além de Belo Horizonte, a turnê vai passar pelas cidades de Joinville, Florianópolis, Manaus, Belém, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos, Londrina, Ponta Grossa, Curitiba, Goiânia, Rio de Janeiro, São Luís, Fortaleza, Salvador, Santos, Campinas, Recife, , Maceió, Aracaju e Porto Alegre.
Já no exterior, a turnê está marcada para abril de 2026 com shows já confirmados em Berlim, Amsterdã, Paris, Londres, Dublin, Barcelona, Porto e Lisboa.
Reconhecida como uma das maiores bandas da cena atual, a Lagum apresenta em sua nova turnê as faixas inéditas além, claro, dos grandes sucessos que marcaram sua trajetória em um show visceral e catártico. A Lagum ao vivo é uma experiência única, as escolhas dos timbres e arranjos, que são produzidos exclusivamente para esse momento do show, trazem uma roupagem exclusiva para o que escutamos nos fones de ouvido. A turnê foi detalhadamente pensada para surpreender o público com novidades, sonoridades e provocações criativas convidando todos a mergulharem em uma verdadeira viagem sensorial.
O álbum “As Cores, as Curvas e as Dores do Mundo”, é um disco que não se limita a entreter, mas também a provocar e a questionar o mundo moderno — propondo um olhar para a vida na cidade e para as belezas do cotidiano ordinário, desafiando a percepção que temos da realidade nos dias de hoje.
Sobre a Lagum
Com três álbuns indicados ao Grammy Latino — Memórias (De Onde Eu Nunca Fui) (2022), Depois do Fim (2023) e LAGUM AO VIVO (2023) — a Lagum é uma banda mineira formada em 2014 por Pedro Calais (voz), Zani (Otavio Cardoso) e Jorge (Glauco Borges) nas guitarras, e Chico (Francisco Jardim) no baixo. Durante sua trajetória, o grupo conheceu Tio Wilson (Breno Braga), que assumiu a bateria e marcou profundamente a história da banda. Misturando rock, pop, reggae, indie e o que mais a criatividade permitir, a Lagum não se prende a rótulos. Sua liberdade estética é um reflexo da busca por identidade artística, resultando em um som que transita por gêneros com autenticidade e assinatura própria.
O primeiro álbum, Seja o Que Eu Quiser (2016), apresentou ao público suas composições autorais e iniciou o caminho de uma carreira ascendente. Entre uma leva de singles, a faixa “Deixa” explodiu nas plataformas digitais e rádios, catapultando a banda ao cenário nacional. Em 2019, veio o segundo disco, Coisas da Geração, que ampliou o público com hits como “Oi” e os levou a turnês pelo Brasil e exterior.
Em 2020, a banda enfrentou a perda de Tio Wilson, vítima de uma parada cardiorrespiratória causada por uma miocardiopatia dilatada. O álbum Memórias (De Onde Eu Nunca Fui), lançado no ano seguinte, eternizou suas últimas gravações e consolidou a capacidade da Lagum de transformar dor em arte — rendendo a primeira indicação ao Grammy Latino. Mais tarde, em 2023, o EP FIM e o disco Depois do Fim marcaram uma nova fase do grupo, com experimentações sonoras, letras confessionais e um mergulho emocional profundo. O álbum alcançou o Top 50 do Spotify Brasil em menos de uma semana e trouxe visuais gravados em Belo Horizonte que expandem a experiência da obra.
No mesmo ano, a banda lançou o projeto LAGUM AO VIVO, gravado para 8 mil pessoas no Espaço Unimed (SP), consolidando sua potência nos palcos. Reconhecida por shows grandiosos e viscerais, a Lagum entrega ao vivo uma experiência catártica e eletrizante. Em 2024, a banda lançou seu projeto de bloco de carnaval, Lagum na Avenida. Com as edições de 2024 e 2025, mais de 200 mil foliões foram às ruas de Belo Horizonte.
Em maio de 2025, a banda lançou seu aguardado novo álbum, As Cores, as Curvas e as Dores do Mundo, com 10 faixas inéditas que capturam a essência crua e vibrante das performances ao vivo. O disco propõe uma escuta que vai além do entretenimento: provoca, questiona e convida a enxergar beleza e contradição na vida urbana e cotidiana, num paralelo entre a realidade da rua e o mundo filtrado pelas telas.
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