UniBH reforça seu apoio à Cultura em tempos de pandemia

Centro Universitário apoia 10 projetos culturais em 2021 e se prepara para aprovar mais 15 por meio de Lei de Incentivo

O UniBH, reconhecido como o melhor Centro Universitário privado de BH,também é conhecido como uma das instituições que mais investe nesse tipo de iniciativa na cidade. Apoiar e incentivar a valorização das manifestações culturais em Belo Horizonte é um dos pilares do UniBH, isso porque a instituição acredita na cultura como ferramenta de transformação. Ao todo, em 2020, mesmo com a pandemia do novo coronavírus e, ainda que em formatos on-line, foram 16 projetos apoiados, superando o ano de 2019.

Mesmo sabendo que a incerteza é uma realidade em 2021, o UniBH continua dando prioridade ao pilar de parcerias criativas que, muitas vezes, contempla o apoio a diversos projetos do universo da cultura. De acordo com Rafael Ciccarini, reitor do UniBH, a instituição já está apoiando 10 projetos culturais. Ele conta ainda que a instituição está pré-selecionando mais 15 novos projetos. “Estamos honrados em poder contribuir com a ampliação e visibilidade da cultura mineira. Ver que o resultado do nosso investimento em cultura proporciona a realização de sonhos e reverbera a qualidade do trabalho que é feito em Minas é a comprovação de estarmos no caminho certo”, afirma Ciccarini.

CULTURA DE RESULTADO

No início deste ano, o filme Kevin, produzido por Joana Oliveira, e apoiado pelo UniBH, foi selecionado para a Mostra de Cinema de Tiradentes. A película foi a única obra totalmente mineira na programação do Festival.

Sobre o começo da jornada de produção do filme, Joana diz que acreditava ser muito difícil de ser financiado. A produção independente sempre precisa de um financiamento inicial par dar o pontapé. “Conseguimos aprovar uma primeira parte do orçamento pela Lei Municipal de Incentivo à cultura e o UniBH apostou nesse filme, nessa história, que é de todas as mulheres que estão tentando se entender no mundo. Acreditar em um projeto como esse é apostar também na voz de um povo, na cultura e no jeito brasileiro de olhar o mundo. Então, sem o orçamento inicial não conseguiríamos aprovar o restante do orçamento, sou muito agradecida ao UniBH por acreditar e apostar no cinema”, afirma Oliveira.

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