Inverno aumenta incidência de doenças respiratórias

Especialistas alertam sobre cuidados necessários e semelhanças sintomáticas com a Covid-19

Com a chegada do inverno, as alterações bruscas na temperatura, a baixa umidade do ar e o aumento da poluição atmosférica são fatores que contribuem para a grande incidência de doenças respiratórias e para a transmissão de gripe e resfriados, assim como outras bactérias e viroses. Neste período, uma das principais medidas de prevenção contra a covid-19, como o uso de máscara, torna-se também essencial para conter doenças das vias aéreas. Médicos ainda alertam que é preciso ficar atento aos sintomas entre essas doenças e a covid-19.

“A utilização de máscara sempre ajuda a reduzir qualquer transmissão de doença que é transmitida pelas vias aéreas. O resfriado e a covid-19, por exemplo, são doenças transmitidas por gotículas. Com o uso de máscara conseguimos fazer um método de barreira e diminuir a transmissão de pessoa a pessoa”, ensina o pneumologista da Fundação São Francisco Xavier, Marcos de Abreu.

O médico explica que os portadores de doenças respiratórias sofrem muito de acordo com a sazonalidade, principalmente no inverno e nas épocas de seca. “Em todos os anos, essas doenças têm sua incidência aumentada nesse período. É muito importante excluir o que é doença respiratória, por infecção por coronavírus”, conta.

O médico alerta que é essencial ficar atento aos sintomas que são parecidos com o novo coronavírus e podem confundir os pacientes. No caso da suspeita de covid-19, é aconselhado observar os sinais de alerta como desconforto respiratório progressivo (falta de ar) e febre persistente, além da perda de olfato e paladar. Na dúvida, o paciente deve procurar o atendimento médico, seja por meio da telemedicina ou algum aplicativo oficial de atendimento à covid-19.