Beijada Boa cai nas graças de David Brazil – Bernardo Baroni

HIT DE BERNARDO BARONI VIRA O QUERIDINHO DO APRESENTADOR
A canção é uma das quatro do EP “Home Office” lançado pelo cantor mineiro durante a pandemia

A nova voz do sertanejo, Bernardo Baroni, viu seu hit cair nas graças do gago mais amado do país; de passagem pela capital mineira, o apresentador David Brazil não hesitou ao declarar que é fã do jovem talento natural de Betim, completando com o refrão de “Beijada Boa”, canção recém-lançada pelo cantor: “O seu beijo foi bom, foi tão bom. A beijada foi boa, ai ai ai… O nosso amor rolou, não parou. A pegada foi boa, ai ai ai”.

Única autoral das quatro canções de “Home Office”, primeiro EP de Bernardo lançado durante a pandemia, “Beijada Boa” completa o projeto inédito que, com proposta superintimista, foi gravado na privacidade da casa de Lili Ribeiro, tia e empresária do cantor. No melhor estilo acústico, o trabalho reúne covers de algumas das canções preferidas de Baroni e muito do astral da jovem promessa do sertanejo. Com “Beijada boa”, a preferida do apresentador David Brazil, o cantor de 18 anos relembra os tempos de escola, numa versão inédita da canção que, além de marcar o início de sua paixão pela música, o projetou mundo afora – leia-se Alemanha e Nova York.

Além dela, “Home Office” conta com “Será que foi saudade”, um clássico de Zezé di Camargo & Luciano, “Saudade sua” de Gusttavo Lima e “Mala” – de Hugo Henrique e Celi Júnior. O trabalho, lançado em todas as plataformas de streaming, conta ainda com quatro novos clipes disponíveis no canal do cantor, agitando ainda mais a disputada rede social de Bernardo, que já acumula fã-clubes e tietes por aí.

Sobre Bernardo Baroni

Bernardo Baroni é o tipo de artista que não se pode adjetivar.

Chamá-lo de carismático faria jus, mas não demonstraria o quanto ele é talentoso. O título de prodígio também cairia bem, afinal, seus 18 aninhos estão aí pra mostrar que sim, ainda é um menino, mas muito diferenciado. A verdade é que Bernardo vai além; talvez reflexo de uma geração que está nascendo cada vez mais pronta para surpreender, talvez pela sintonia afinada entre uma alma simples, um coração imenso, aliados a boas doses de coragem humor. E foi assim que tudo aconteceu: a sensação é de que essa carreira começou no berço.

E não deixa de ser verdade.

Cantando há 12 anos, o menino de apenas 18 tem só três dedicados exclusivamente à música. O timbre marcante começou chamando atenção da família e, ainda criança, entre uma canção e outra de Zezé di Camargo & Luciano, Leonardo e Eduardo Costa cantadas à exaustão no karaokê de casa, Bernardo descobriu o que, de fato, fazia seu coração bater acelerado. Ele nascera pra (en)cantar. Foi então que o menino entendeu que sua missão ia além das paredes da sala de estar. Era preciso cair na estrada, se descobrir e cantar pra se encontrar.

E assim aconteceu com a #livePeloCirco, em junho.

Com produção musical do renomado Studio Gravomix, gravação de Amós Rodrigues, cenário e iluminação sob o know how de Olímpio Cenografia e DMC Leds, a transmissão no canal do cantor no Youtube teve como mestre de cerimônias Sara Costa – a irmã de seu ídolo, Eduardo – e o carinhoso apoio do ator e trapezista Marcos Frota, um dos maiores representantes da categoria artística no país. Tudo cuidadosamente dirigido pela tia Lili que não poupou esforços pra realizar o sonho de seu menino.

No repertório da live, as modas apaixonadas do sertanejo que Bernardo Baroni adora: “Telefone mudo”, “Passou da conta”, “Juras de amor” e “Amor violeiro”, além de hits eternizados por nomes como Chitãozinho & Xororó, Jorge & Mateus, Trio Parada Dura, Bruno & Marrone e outros tantos. Mas, como um “bom exemplar” nascido em 2002 – fruto da chamada Geração Z –, Bernardo foi além dos clássicos do estilo. Na playlist do artista ouve-se do ícone pop Justin Bieber aos ídolos nacionais Roberto Carlos e Roupa Nova, os últimos dois, inclusive, completam com “Esse cara sou eu”, “Coração Pirata” e “Whisky a Gogo”, respectivamente, o setlist dos shows de Baroni.

Depois de viver sua infância na magia do circo, entre as chegadas e partidas de um pai caminhoneiro, o jovem cantor encara o começo de sua vida adulta com a pureza de antes: não dispensa um bom churrasco e as tardes de sossego “no meio do mato”, mas vê seu coração acelerar mesmo é com o sonho de viver de música e, assim, distribuir com sorrisos e solidariedade um pouco do que a vida generosamente já lhe concedeu. “Quero usar minha voz não só pra cantar sobre o amor, mas para dar visibilidade a uma causa nobre e ajudar quem não teve tanta sorte”, completa.