Programa CCBB Educativo – Múltiplo Ancestral 09/11

A partir da exposição de Paul Klee e sua intensa espontaneidade ao pensar a cor e a simplificação das formas entre “o lúdico e o grotesco”, o CCBB Educativo apresenta a ação “Desentraçar”, que integra as atividades do projeto Múltiplo Ancestral. A artista plástica Camila Moreira comanda a experiência com desenho no dia 9 de novembro, às 11h.

Na atividade colaborativa, o desenho é pensado a partir da mistura de movimento, do corpo, de linhas e cores – como o corpo se organiza no espaço, discorrendo o rastro, o traço, a linha que cria sua presença e sua ausência no percurso.

A artista plástica explica que “trata-se de uma proposta que deseja construir uma grande teia de emaranhados traçados, desandados, deixados como vestígio de uma passagem percussiva no espaço”. Junto à ação, o espectador será convidado a agir, a desenhar seu percurso somado ao desenho gerado coletivamente.

Camila Moreira é artista plástica, doutora em Arts Plastiques pela Université Paris 1 – Panthéon-Sorbonne, França. Atualmente é professora adjunta no Departamento de Desenho/Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Sua pesquisa contempla o desenho na atualidade, processos híbridos, o exílio, a mestiçagem na arte e o processo de criação. Atua como artista visual com mostras no Brasil e exterior. É coordenadora do Núcleo de Estudos e Ensino em Desenho Contemporâneo (NEDEC / UFMG), pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino (NUPPE/UFU), membro da Associação de Artistas (Art)ère de Paris, França.

Desentraçar, com Camila Moreira e NEDEC (Núcleo de Estudos e Ensino em Desenho Contemporâneo – EBA/UFMG)

Data/Horário: sábado, 9 de novembro, 11h

Local: CCBB – BH (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários)

Informações: (31) 3431-9440/9441

www.ccbbeducativo.com

Entrada gratuita

 Sobre o Programa CCBB – Educativo

O Programa CCBB Educativo desenvolve ações que estimulam experiências, criação, investigação e reflexão através de processos pedagógicos, artísticos e curatoriais. Essas partilhas acontecem por meio de trocas culturais e metodologias de educação que garantem acesso amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade.

 

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