ChildFund Brasil reforça que brincar é coisa séria

Às vésperas do Dia das Crianças, o ChildFund Brasil lança campanha que procura estimular novos doadores para os projetos que, somente no ano passado, atenderam mais de 42 mil crianças

O Dia das Crianças está aí. E a data, muito comemorada, também deve ser motivo para reflexão. Principalmente sobre o respeito a um direito básico dos pequenos: brincar. Para chamar a atenção sobre o tema, o ChildFund Brasil – agência humanitária internacional, com 52 anos de atuação, especializada no atendimento a crianças, adolescentes e jovens em situação de privação, exclusão e vulnerabilidade – acaba de lançar a campanha “Alegria de Brincar”.

A campanha tem dois objetivos principais: chamar a atenção da sociedade para o risco para a saúde das crianças e jovens carentes que não brincam; e ampliar a base de doadores do ChildFund Brasil. Somente em 2017, a entidade, por meio das doações, beneficiou, diretamente e indiretamente, mais de 140 mil pessoas, sendo que 42 mil crianças brasileiras foram diretamente atendidas pelos programas sociais.

De acordo com levantamento da Fundação Abrinq, há, no Brasil, 50 milhões de crianças de 0 a 14 anos. Desse total, 44% se encontram em situação de pobreza, ou seja, vivem com menos de R$350 por mês. Afunilando, a situação é ainda mais delicada: 8,5 milhões de crianças e jovens possuem pouco mais de R$4/dia para sobreviver.

As pessoas que quiserem ajudar têm dois caminhos: por meio de apadrinhamento ou doações, que podem ser mensais ou avulsas. Quando a contribuição é mensal, a criança é apadrinhada. Esses meninos são moradores de lugares como Vale do Jequitinhonha (MG), Cariri (CE) e Santa Luz (PI), e quatro outros estados. Cria-se um vínculo e padrinho e apadrinhado trocam cartinhas frequentemente, assim o padrinho consegue acompanhar o desenvolvimento da criança. Já as doações avulsas são encaminhadas diretamente ao Fundo, que gerencia os recursos, direcionando-os às suas parcerias locais.

Sobre a Alegria de brincar

“Divertir estimula o desenvolvimento físico, social, cultural, afetivo, emocional e cognitivo. Se já não fosse motivo suficiente para estimularmos e garantirmos esse momento, há inúmeras pesquisas que mostram que a atividade promove uma boa saúde aos pequenos e permite que as crianças se expressem, além de incentivar a socialização e a maneira como eles entendem o mundo”, assegura Águeda Pacheco, assessora de Advocacy do ChildFund Brasil.

Ainda segundo Águeda, a preocupação de que as crianças possam ter acesso a um lugar seguro, que estimule o aprendizado, além de lhe dar segurança, uma preocupação recorrente, principalmente para os pequenos que vivem em lares em situação de vulnerabilidade ou com acesso limitado a seus direitos fundamentais. “Este é o objetivo da nossa campanha, assegurar que mais e mais crianças e jovens possam simplesmente brincar”, reforça Águeda.

Os interessados em conhecer mais a campanha e como ajudar devem seguir o ChildFund Brasil nas suas redes sociais (https://www.facebook.com/ChildFundBR#https://twitter.com/ChildFundBrasil ou https://www.instagram.com/childfundbrasil/).

Para saber mais sobre como apadrinhar uma criança, acesse o link https://www.childfundbrasil.org.br/apadrinhe.

Sobre o ChildFund Brasil

Há 52 anos no país, o ChildFund Brasil – Fundo para Crianças é uma organização de desenvolvimento social voltada para a proteção de crianças em situação de privação, exclusão e vulnerabilidade social, oferecendo oportunidades para que elas desenvolvam plenamente todo potencial. Atualmente, a organização atende mais de 42 mil crianças, adolescentes e jovens, beneficia 140 mil pessoas e atua em 53 municípios de Minas Gerais, Ceará, Bahia, Goiás, Rio Grande do Norte, Piauí e Pernambuco.

 A estratégia de atuação é baseada no Estatuto da Criança e do Adolescente, nos conceitos de Privação, Exclusão e Vulnerabilidade – PEV – e no levantamento de informações junto às próprias crianças, adolescentes, jovens e suas famílias sobre a pobreza infantil. As informações trazem um diagnóstico inquietador: as crianças são vulneráveis, principalmente, às violações de direitos, à pobreza e à iniquidade em nosso país.

 Todo o trabalho do ChildFund Brasil é auditado: anualmente por empresas internacionais e regularmente por auditores nacionais independentes.

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